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Receber Dinheiro do Exterior — 6 Formas Práticas e Rápidas

Aeroporto moderno com notebook apoiado exibindo holograma de moedas e linhas, sugerindo receber dinheiro do exterior

Sumário

Diversos motivos levam alguém a buscar informações sobre como receber dinheiro do exterior: trabalho para empresas estrangeiras, retornos de investimentos no exterior ou outras necessidades financeiras. Com o avanço das tecnologias e o trabalho remoto, as remessas internacionais tornaram-se mais frequentes e é importante conhecer as opções disponíveis.

No início, o processo pode parecer complexo, mas muitas operações são simples quando se entende os procedimentos básicos. A leitura a seguir explica as alternativas mais utilizadas, seus requisitos e pontos de atenção.

Se tiver dúvidas específicas sobre como receber remessas, entre em contato com os Executivos de Câmbio responsáveis pela operação.

6 maneiras de receber dinheiro do exterior

Há várias formas de receber recursos de outro país; cada método difere por prazo, custos e documentação exigida. A tecnologia ampliou as alternativas, tornando transferências mais rápidas e seguras. A seguir estão as principais opções atualmente empregadas.

1. Transferência por ordem de pagamento

Trata-se de uma forma tradicional, indicada para remessas pontuais. O remetente contrata um agente autorizado a operar no mercado e envia a ordem de pagamento para o IBAN do beneficiário.

Normalmente são solicitados documentos básicos como:

  • nome completo;
  • documento de identidade com foto (RG, CNH, etc.);
  • CPF;
  • contrato assinado, quando aplicável.

2. Conta de câmbio multimoeda

Quem recebe pagamentos internacionais com frequência pode abrir uma conta de câmbio de titularidade própria para converter moedas estrangeiras em reais quando desejar. Essa alternativa oferece segurança nos recebimentos e permite usar um único IBAN para várias divisas.

Outra vantagem é que o câmbio pode ser fechado no momento em que a instituição recebe o aviso de crédito em moeda estrangeira, evitando flutuações imediatas.

3. Conta corrente em moeda estrangeira

Em situações específicas, a abertura de uma conta corrente em moeda estrangeira no Brasil pode ser recomendada. Nessa conta, é possível manter e movimentar valores em moedas estrangeiras sem conversão automática para reais.

Para pessoas físicas, essa opção costuma atender estrangeiros temporariamente no país e brasileiros com residência fiscal no exterior. Para pessoas jurídicas, há regras específicas e modalidades permitidas, como agências de turismo, embaixadas, empresas administradoras de cartões internacionais, seguradoras e outras listadas pelos bancos.

4. Transferência bancária

Bancos tradicionais realizam transferências internacionais, desde que o remetente possua conta no exterior e informe dados como IBAN e código SWIFT do banco receptor. Essa alternativa é amplamente disponível, mas tende a apresentar tarifas elevadas para remetente e beneficiário, além de taxas de conversão menos competitivas.

5. Vale postal internacional

Uma opção de menor tecnologia, porém eficaz, é o vale postal internacional. O remetente vai à agência postal do país de origem e, quando o valor estiver disponível no Brasil, o beneficiário é informado sobre a agência dos Correios onde poderá efetuar o saque.

Nesse caso, as taxas geralmente são pagas pelo remetente e variam conforme o país.

6. Plataformas digitais de transferências internacionais

Plataformas e fintechs permitem que o beneficiário se cadastre no sistema e receba instruções para receber transferências conforme o país de origem. Após o cadastro, o beneficiário fornece os dados ao remetente para que a operação seja concluída, já com as taxas de serviço inclusas.

Essas plataformas costumam permitir o recebimento em conta corrente ou poupança, e em alguns casos possibilitam saque em agência. Exemplos de plataformas usadas no mercado incluem Remessa Online, Wise, MoneyGram e PayPal.

Quais dados são necessários para receber dinheiro do exterior?

Dois identificadores são essenciais em transferências internacionais: o IBAN e o código SWIFT. Ambos padronizam e tornam mais seguras as operações entre instituições financeiras de diferentes países.

IBAN

O IBAN (International Bank Account Number) é um código alfanumérico que identifica a conta destinatária. Funciona como o número de conta no Brasil, servindo como identificador único para a conta que receberá a remessa.

Código SWIFT

O SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication) é o código que liga instituições financeiras no mundo. Geralmente possui entre 8 e 11 caracteres e identifica o banco, cidade, região e filial. Se esses códigos estiverem incorretos, a operação pode falhar ou apresentar erros.

Os dois códigos podem ser obtidos junto à instituição escolhida para a operação, por meio de gerente, internet banking ou na seção de transações internacionais do aplicativo bancário. Além disso, o banco receptor precisa estar apto a receber moedas estrangeiras.

Quanto dinheiro posso receber do exterior?

Segundo as determinações do Banco Central do Brasil, é possível receber até R$10 mil sem processos burocráticos complexos. Não há limite mínimo ou máximo para remessas internacionais por meio da Abrão Filho.

No entanto, para valores acima de 20.000 dólares é necessário comprovar a origem dos recursos. Essa comprovação pode ser feita por meio de um contrato de câmbio ou pela declaração do imposto de renda.

Para recebimentos que sejam retorno de investimento, também é comum a exigência de extrato da conta do investimento referente aos últimos 30 dias.

Quais são os impostos para receber do exterior?

O principal imposto incidente em operações entre países é o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Para remessas entre contas de mesma titularidade, a alíquota aplicada é de 0,38%.

Outros tributos que podem incidir em remessas internacionais incluem CIDE (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) e IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte). No caso do IRRF, as alíquotas podem variar de 0 a 25% conforme o motivo da transação.

Embora o pagamento de tributos seja parte da operação, é possível reduzir custos ao optar por instituições especializadas que cobram tarifas menores pelo serviço e oferecem taxas de câmbio mais competitivas. Em algumas instituições não há cobrança de tarifas adicionais de contrato e corretagem.

Se ainda tiver dúvidas sobre como receber dinheiro do exterior, envie sua mensagem para os Executivos de Câmbio responsáveis.

Conclusão

Conhecer as alternativas para receber dinheiro do exterior permite escolher a opção mais adequada ao seu caso, considerando custos, rapidez e exigências documentais. Compare métodos como ordem de pagamento, conta de câmbio, conta em moeda estrangeira, transferências bancárias, vale postal e plataformas digitais para identificar a melhor solução.

Fique atento às taxas, aos códigos de identificação (IBAN e SWIFT) e às exigências fiscais para garantir segurança e conformidade nas operações.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quais são as principais formas de receber dinheiro do exterior?
As principais formas são: transferência por ordem de pagamento, conta de câmbio multimoeda, conta corrente em moeda estrangeira, transferência bancária internacional, vale postal internacional e plataformas digitais de transferências.
Quais códigos são necessários para receber uma transferência internacional?
Os identificadores mais usados são o IBAN, que indica a conta beneficiária, e o código SWIFT, que identifica a instituição financeira no exterior.
Existe limite para receber dinheiro do exterior?
Seguindo as determinações do Banco Central, é possível receber até R$10 mil sem processos burocráticos complexos. Não há limite mínimo ou máximo para remessas pela Abrão Filho, mas há exigência de comprovação da origem para valores acima de 20.000 dólares.
Quais impostos podem incidir sobre remessas internacionais?
O principal imposto é o IOF, com alíquota de 0,38% para operações entre contas da mesma titularidade. Também podem incidir CIDE e IRRF, sendo que o IRRF varia conforme o motivo da transação (0 a 25%).

Inteligência Humana Proprietária Abrão Filho
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Edição e redação: Leonardo Abrão e Jonathan Assis
Publicado em: 24/07/2026

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