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O dólar de Hong Kong é a moeda oficial da região administrativa especial chinesa de Hong Kong e tem por símbolo $ ou HK$ (para se distinguir dos outros dólares) e por código HKD. O dólar de Hong Kong é divisível em 100 cêntimos e é emitido pela Autoridade Monetária de Hong Kong, que funciona como banco central.
Foram lançadas moedas de 10, 20 e 50 cêntimos e de 1, 2, 5 e 10 dólares, assim como notas de 10, 20, 50, 100, 500 e 1000 dólares.
Enquanto Hong Kong se manteve sob soberania britânica, as moedas de dólar ostentavam a efígie da rainha Isabel II, mas começaram a ser substituídas por outras que traziam flores locais representadas. O mesmo se passou nas notas, onde surgiram imagens de leões, juncos chineses, vistas de Hong Kong (algumas das quais antigas) e dragões e outras figuras do folclore chinês.
Quando Hong Kong se estabeleceu como um porto de comércio livre, em 1841, não tinha moeda própria e assim eram utilizadas divisas como a rupia indiana, os reais mexicanos e espanhóis, os wen chineses e as libras britânicas. Por volta de 1860, começaram a entrar no território as primeira notas. A partir de 1863, as únicas moedas licenciadas para circular eram as de dólares mexicanos, ou outros dólares.
A 2 de outubro de 1895, os britânicos introduziram o dólar de Hong Kong para fazer frente ao dólar mexicano, com o qual partilhava o valor. Só em 1937, é que o dólar de Hong Kong se afirmou como moeda única no território.
De acordo com o Índice de Liberdade Econômica 2013 divulgado pela Heritage Foundation e o Wall Street Journal, dos Estados Unidos, Hong Kong recebeu 89,3 pontos, bem superior à média global de 59,6.
Entre os 10 fatores de liberdade econômica avaliados, Hong Kong se manteve na primeira posição em liberdade comercial e financeira, no segundo lugar em liberdade de investimento e direitos de propriedade, e subiu do terceiro para o segundo lugar em liberdade de negócios.
O relatório disse que o regime regulador de alta competitividade de Hong Kong, junto com um esquema jurídico eficiente e transparente, sustenta um compromisso vibrante com o comércio e investimento global.
Além disso, a força de trabalho muito motivada e qualificada é uma base de força para a economia dinâmica, e há pouca tolerância à corrupção em Hong Kong.
Apontando que a interação econômica de Hong Kong com a parte continental chinesa tornou-se mais intensa e sofisticada, e que os laços comerciais e financeiros com a parte continental registraram crescimentos significativos, o relatório disse que Hong Kong continua demonstrando um alto poder de recuperação econômica e permanece um dos centros financeiros e de negócios mais competitivos no mundo.